
Todo 1º (primeiro) sábado de cada mês, escolha um horário
para endereçar uma prece em favor da paz entre os homens.
Se possível, reúna os familiares numa prece coletiva, e incentive
os amigos e demais familiares para fazerem o mesmo.
É a Campanha pela Paz mundial.
Pense a paz, vibre a paz, trabalhe a paz.
Envolva em pensamentos de bondade e amor os governantes e administradores públicos
para que eles recebam energias positivas e fiquem mais receptivos aos apelos
de solidariedade e fraternidade.
Auxiliemos, através da prece e da ação construtiva, os
Benfeitores Espirituais no seu trabalho de orientação das consciências.
Lembre-se: todo primeiro sábado de cada mês pense a paz, vibre
a paz, trabalhe a paz.
E para sua meditação, ofertamos dois textos: Paz pela Paz
e Eu Sou a Paz, que você pode copiar, imprimir, entregar e divulgar.
Solicitamos apenas citar a fonte.
Campanha pela Paz Mundial - construindo uma humanidade mais feliz.
Paz pela Paz
Gritam os homens pela justiça social. Clamam pela felicidade. Lutam pela paz.
Mas as dores, os sofrimentos e as chagas morais visitam os homens a cada dia
da existência terrena, sem que os ideais sonhados sejam alcançados. Por que,
perguntam os homens? Onde falhamos que não conseguimos encontrar a paz? A resposta
está nas crianças, no que fazemos para educá-las e assim, quando adultas, conseguirem
construir um mundo mergulhado na paz. Um mundo sem ódios, sem preconceitos,
sem injustiças, sem misérias, sem interesses mesquinhos, sem competições onde
o forte esmaga o fraco. Pelo contrário, crianças educadas para a paz entre os
homens, para a legitimação da fraternidade, para o trabalho da solidariedade,
para o estabelecimento do bem coletivo. Crianças que irão transformar a sociedade
humana. Mas tudo isso depende da educação que promovermos, depende do amor que
dedicamos, depende do afeto que estimula, depende dos exemplos que edificam,
depende de abrirmos mão dos interesses egoístas e individuais que flagelam a
nós mesmos e a toda humanidade.
Paz pela paz. Não é um sonho, não é uma utopia. Podemos semeá-la e começar a
colher seus frutos agora mesmo e, com certeza, plenamente num futuro não muito
distante. Eduquemos as crianças e eduquemos a nós mesmos. Façamos o esforço
de compreender o outro, de perdoar suas falhas. Sacudamos a poeira da história
e enterremos as diferenças de cor, raça, idéias e religião. Transformemos os
preconceitos e os ódios em auxílio e cooperação. Com um mínimo de esforço muito
podemos fazer pela paz entre os homens, e com um pouco mais de boa vontade transformaremos
a nós mesmos, aos outros e toda a população deste planeta.
Paz pela paz. Sem condições, de coração aberto. Abraçando quem está do nosso
lado, não importa seu nome, sua nacionalidade ou sua condição de vida.
Paz pela paz. Conduzindo as palavras, os atos e os próprios pensamentos para
o campo da tolerância e da ajuda mútua. Paz pela paz. Levando as crianças pelas
mãos e unindo-as num grande círculo de amizade, de brincadeiras, irmanando-as
pelo sentimento.
Paz pela paz. É um grito, um pedido de todas as almas humanas que querem o bem.
É um sonho que começa a ser realidade na educação das crianças e se completa
na solidariedade entre os adultos.
Paz pela paz. Não fique aí, sonhando. Faça a sua parte. Perdoe, renuncie, compreenda,
auxilie. Construa a paz entre os homens a partir dos seus próprios exemplos
pela paz.
Paz pela paz. A paz por ela mesma, bandeira fincada em cada coração, da criança
ao homem velho. E um novo mundo se erguerá no horizonte, e tudo o que conhecemos
e vivemos será passado.
Eu quero esse novo mundo. Eu quero a paz.
Você não quer construir tudo isso comigo?
Aceita meu convite, faça a paz tão somente pela própria paz.
Amigoluz
Frente às dores que assolam o homem e o mundo, pergunto-me: de quem
é a culpa? Para responder essa indagação procurei ouvir
os próprios seres humanos e deles recebi as seguintes respostas:
A culpa é dos radicais e intolerantes que pensam somente em si
mesmos.
.A culpa é do capitalismo selvagem que impõe a lei do mais
forte.
A culpa é do materialismo que faz ninho no coração
dos homens.
A culpa é dos políticos corruptos que não administram
com probidade os bens públicos.
A culpa é da indolência dos povos subdesenvolvidos.
Ninguém afirmou: A culpa é minha!
Todos disseram que a culpa pelos males, sofrimentos, guerras pertence ao outro
ou aos outros.
Entretanto, lembro que toda moeda possui dois lados e assim também a
convivência humana: o meu lado e o seu lado. Será possível
que somente o outro tenha culpa, faça algo errado, seja intolerante,
etc., e eu nunca tenha culpa, nunca faça algo errado, nunca seja intolerante,
etc.?
Todos nós queremos viver em paz. Quem não deseja a paz? Mas para
termos paz e vivermos na paz é preciso cultivar a paz em nós mesmos
através dos pensamentos de paz, das palavras de paz e das ações
de paz.
A paz está em cada um de nós. Eu sou a paz e você é
a paz.
Respeitar, perdoar, cooperar promovem a paz.
Eu sei, é difícil, principalmente se ódios, fanatismos,
imperialismos, indiferenças fizeram e fazem ninho em nosso íntimo.
Mas podemos, e mesmo devemos, cultivar a tolerância, trabalhar a humildade,
praticar a solidariedade.
Necessitamos sensibilizarmo-nos com o sofrimento e a alegria dos outros, expandindo
o sentimento de amor que está guardado - e às vezes trancado a
sete chaves - em nosso coração.
Veja em cada ser humano - e não importa a cor, a raça, a religião
- seu irmão. Não diga que o passado não permite a paz,
pois o que passou deve ser compreendido e perdoado. ódios acumulados,
tragédias anunciadas.
Perdoe, compreenda, ame e, acima de tudo, faça da sua vida uma vida de
paz, para que todos aqueles que convivem com você também façam
de suas vidas, vidas de paz.
Não estamos precisando de discursos, estamos necessitados de ações
- não exatamente dos outros - mas das nossas próprias ações
no sentido da paz.
Ou você quer continuar morrendo a cada minuto, asfixiado pelo medo, pela
violência, pelo racismo, pela retaliação, pelo fanatismo,
pelo egoísmo...?
Eu não quero viver assim, quero viver mergulhado na paz, por isso estou
fazendo a minha parte e pedindo que você também faça a sua
parte: mergulhe na paz!
Bruno Zaminsky